quarta-feira, 6 de junho de 2012

Meninas ensinam o que funciona na paquera dentro dos games on-line



 Nos jogos com suporte para diversas pessoas pela internet, os famosos MMOs (sigla para Massive Multiplayer Online), é comum reunir amigos e desconhecidos para montar equipes e desbravar os mundos virtuais para enfrentar seres poderosos e conseguir itens preciosos.

No meio desse longo caminho, que pode durar muitas horas e exige muita conversa - por meio de mensagens de texto ou de voz -, a paquera para tentar conquistar as mulheres, minoria dentro destes games, rola solto. Mas se o objetivo for encontrar sua alma gêmea, o jogador deve reavaliar suas táticas.
 
"O xaveco é forte", brinca a estudante de pedagogia Karen Almeida, de 23 anos, de Sorocaba (SP). Ela conta que os homens puxam conversa para tentar conquistá-la em todos os games on-line como "World of Warcraft", "Diablo III", "Minecraft", "Terraria" e até nos confrontos pela internet de "Call of Duty: Modern Warfare 3", que costuma jogar. "Sempre perguntam se eu realmente sou menina e, quando confirmo, eles pedem para me adicionar no Facebook ou no MSN. Aí, quando veem a foto, caem em cima".

Karen Almeida e sua Orc em 'World of Warcraft' que recebe cantadas dos homens (Foto: Arquivo Pessoal)
  Karen e seu namorado jogam games on-line e, quando brigam, conta ela, é  dentro dos jogos que eles voltam a se entender. "Nossos personagens se encontram eu eu começo a fazer a minha Orc [em 'World of Warcraft'] dançar e provoco, perguntando se ele tá gostando do rebolado", conta.

A facilidade de se relacionar com outras pessoas dentro dos games dá mais abertura - e coragem - para que os homens abordem as mulheres. Entretanto, a maioria acaba exagerando e as meninas se fecham até para os pedidos mais românticos e verdadeiros. "O maior problema, atualmente, é que as pessoas estão muito carentes e, geralmente, quem joga tem isso de forma muito acentuada", afirma Luana Perrout, empresária de 25 anos e que mora em São Paulo.

Luana Perrout também era paquerada com sua personagem em 'World of Warcraft'. (Foto: Arquivo Pessoal)


Ela explica que, pelo fato de as mulheres serem minoria nos jogos, a princípio, os homens não acreditam que elas possam existir naquele mundo. "Quando foi criada uma comunidade da 'guilda' [grupo de jogadores] no qual eu jogava, achavam que meu perfil era falso. Foi o maior reboliço com os homens falando, até se darem conta de que eu estava lendo tudo". Após a revelação, os xavecos iam "direto ao ponto" até demais e, segundo Luana, isso faz com que as meninas "se fechem para conversas com os homens".

Luana não joga mais "World of Warcraft" como antes, afinal, está casada e grávida. Mas a dica, segundo ela, é que a aproximação seja mais despretensiosa e que chame para um encontro físico.
"O melhor negócio é a proximidade, muitos elogios e carinho, porque mulher 'pira' com atenção. Mulher carente, então, 'pira' duas vezes mais", explica. "Não há nada melhor do que receber um convite para jantar ou receber presentes de verdade".

Já para Karen, os mais tímidos em fazer um convite para sair podem usar os próprios artifícios dos jogos. Em "World of Warcraft", por exemplo, é possível presentear com flores, vestidos, cestas para fazer um piquenique e anéis, por exemplo. "Uma vez, antes de eu namorar, um jogador dentro do game chegou e me deu uma flor, dizendo que era para eu lembrar dele", conta. Segundo ela, é um presente baratinho, que custa "5 gold" (moeda virtual do jogo), mas que, se acompanhado de um bom argumento, pode dar certo.

Para as duas, o mais importante é levar o "lance" para fora do game. Se o alvo da paquera concordar com o contato, convidar para sair, assistir a um filme, jantar e mandar presentes "reais", podem funcionar.

Outra dica das meninas é enviar mensagens privadas porque, por meio de programas de voz, o gupo inteiro pode escutar o xaveco. O gamer que não ficar falando apenas do jogo, que mantiver um assunto legal, "sem ser ogro" e mostrar interesse, tem tudo para se dar bem e não passar o próximo Dia dos Namorados sozinho.


Dicas para se dar bem nos games on-line (comentadas por Tiu Lobo)
1 - Evite paquerar a menina usando softwares de conversa por voz. Por meio deles, todas as pessoas que estão na equipe irão escutar e começar a zoar, fazendo o tiro sair pela culatra.
(Eventualmente eles vão descobrir, mas que seja depois do fato consumado)

2 - Não fale apenas sobre o jogo que estão jogando. Tente se mostrar interessado na pessoa e que tem outros interesses como filmes, música e esportes. (Mostre que está intereçado nela e que tem um cerebro, mas lembre-se se ela joga MMO (assim como você), ela provavelmente não pratica esportes (assim como você).

3 - Não seja muito insistente. Procure ser natural e despretencioso. Também, não tente abordagens enquanto estão enfrentando um chefe de uma 'quest'. (Quem escreveu essa dica nunca jogou nada na vida. Chefões exigem concentração, se você está jogando não vai ficar de "conversinha", até porque assim você se fode no jogo e a menina vai te achar um babaca)

4 - Dê presentes virtuais que o personagem da menina possa usar como flores, jóias, vestidos e até itens mais úteis como armas, armaduras e escudos. Ajudar nas missões e dar dinheiro virtual também são boas opções de conquista. (mulheres, em ambiente virtual ou real, tudo a mesma coisa o que vale é a cabeça de quem segura o mouse)

5 - Faça elogios, invista na relação e, principalmente, não paquere todas as (poucas) meninas que jogam games on-line. (Tipo pode paquerar mais de uma sim, mas não todas de uma vez, e escolha apena menina por guilda, se não fica chato)

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- Quando vi essa matéria tive que postar ela pra vocês, Tiu Lobo está longe de ser um gamer (gosto de games, mas não sou exatamente bom neles), mas entende muito do resto (fui muito "namorador" antes de casar).Espero que ajude alguns pelo menos.

- Quando li isso lembrei direto da Dani de do Cláudio (saudades de vocês)

- A matéria foi um Ctrl+C Ctrl+V do G1 (nem perde tempo indo lá, no Almoxarifado tem mais conteúdo)

 Até mais e obrigado pelos peixes!!!

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