terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nova gravadora colocará todas as suas músicas para download, de graça

Uma nova gravadora, chamada DigSin, promete acabar com os padrões das demais empresas musicais. Ela quer divulgar as músicas dos artistas de uma forma inusitada, promovendo o download gratuito das faixas através de seu próprio site, para que você "aproveite música de graça a partir de 2012".

As canções serão vendidas normalmente no iTunes e terão stream no Spotify. Mas, segundo Jay Franks, dono da empresa, existirão links para download sem custos no site da gravadora, que será financiado por anúncios e publicidade, de acordo com o site The Next Web.

Em sua página no Facebook, a DigSin diz que acredita "no incrível talento de nossos artistas e queremos compartilhar a músicas deles com você. Estamos comprometidos a entregar as melhores novas músicas para os fãs, de graça".

Para Jay, é mais importante conhecer mais informações de quem está ouvindo determinada música do que ganhar dinheiro com cada um deles, apesar de admitir que as publicidades darão dinheiro.

Nesta segunda-feira (30/01) a 1ª música da gravadora foi lançada. A cantora NNXT, de electro-pop, será a estreante da DigSin. Sua 1ª música, chamada DRNK TXTNG, já está disponível para download.

fonte: olhar digital

Viram? dá pra ganhar dinheiro, se adaptar ao novo modo...

Atualização: Eu lembrava que alguem já tinhe feito isso, foi a Gravadora Trama Virtual, que está de parabéns assim  como a digsin

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Março Negro #StopCensura



Vamos apoiar gente, esta é uma campanha do Grupo Anonymous, que ao contrario do que o jornal disse não é um grupo de hackers malfeitores que quer vandalizar a internet. Eles estão mais para guerreiros da liberdade, então devemos apoiar esta campanha, não por eles, mas por nós mesmos.

Se você pensa “mas o sopa/pipa/acta/pqp nem vai afetar a minha vida...” não se iluda, vai sim. Vai alterar a vida de todos que usam internet, seja por que você tem um blog e não vai mais poder escrever qualquer coisa e usar uma foto encontrada na net pra ilustrar (seu blog pode sair do ar se falar sobre um filme e você usar o cartaz deste pra ilustrar o post). Se você não escreve mas lê blogs se prepare para perder isso também.

Todo o dinamismo que a internet proporciona vai morrer com essa censura sem sentido que só servirá como uma tentativa frustrada de encher ainda mais os bolsos das grandes gravadoras/produtoras. Eu digo “frustrada” porque eles só vão conseguir infernizar a gente, mas não vão ficar mais ricos, pois quem realmente pirateia não compra, e muitas vezes por ter acesso a uma copia ilícita buscamos o licito, a exemplo de Tropa de elite e Wolverine origens, 2 filmes que foram sucesso de pirataria e bilheteria.

Exemplo também visto na literatura, a exemplo do Paulo Coelho como vimos no post anterior, que teve um numero de vendas astronômico na Russia depois de liberar uma versão em e-book grátis no seu site.

Então eu peço, divulguem a campanha curtindo ela no facebook, copiem a imagem acima e postem em seus blogs, twitters, divulguem a amigos como puderem. Vamos fazer diferença no mundo agora, ajudem a escrever um capitulo importante na nossa historia, ou no mínimo não deixar que escrevam mais uma pagina negra nela.

Até mais  e obrigado pelos peixes
(aproveitando em quanto eu ainda posso usar como jargão o nome de um livro)





domingo, 29 de janeiro de 2012

O escritor mais inteligente do mundo...



O brasileiro Paulo Coelho não tem qualquer problema em ver seus livros serem pirateados e frequentemente disponibiliza links para suas obras em sites de compartilhamento de arquivos. Quando descobriu que o Pirate Bay estava promovendo artistas que gostavam de ter suas obras no maior site de torrents do mundo, ele gostou da ideia. E hoje, em vez do famoso barco pirata, há uma foto de Paulo Coelho, que leva para o seu blog. Lá ele explica:
Assim que descobri o que o Pirate Bay estava promovendo, decidi participar. Vários dos meus livros estão lá, e como disse no meu post anterior, O que penso do SOPA, as vendas físicas dos meus livros estão crescendo desde que meus leitores começaram a postá-los nos sites P2P. Você está convidado a baixá-los de graça e, se gostar deles, compre uma cópia física — esta é a maneira que temos de dizer à indústria que ganância não leva a nada.
Sim, é claro que Paulo Coelho, depois de ter vendido 140 milhões de seus livros em basicamente qualquer língua (provavelmente em élfico também) já não é afetado pela pirataria, e é possível crer que ela serve inclusive como uma forma de divulgação do seu trabalho. Em um post anterior, ele contou uma história bem interessante que ilustra o seu pensamento sobre:
Em 1999, quando eu fui publicado pela primeira vez na Rússia (com uma tiragem de 3.000 cópias), o país estava sofrendo com uma severa falta de papel. Por acaso, eu descobri uma edição “pirata” do Alquimista e postei na minha página. Um ano depois, quando a crise foi resolvida, eu vendi 10 mil cópias da edição impressa. Quando chegamos a 2002, eu tinha vendido 1 milhão de cópias na Rússia, e hoje já vendi mais de 12 milhões. Quando viajei de trem pela Rússia, encontrei várias pessoas que me disseram que primeiro descobriram sobre a minha obra através daquela edição “pirata” que postei no meu site.
Ajuda, é claro, o fato de Paulo Coelho ter uma obra relativamente grande. Se você gostou de um livro, pode comprar outro, e ele é bastante conhecido/distribuído — a lógica pode não funcionar muito bem com autores iniciantes. De todo modo, o escritor superstar tem razão em discutir a criminalização do download — é impossível saber qual a intenção de alguém que baixa algo protegido por direitos autorais. Há vários estudos mostrando que pessoas que baixam muita música “pirata” são justamente os maiores compradores, e temos mil exemplos de gente que compra boxes de séries depois de começar a assistí-las com a ajuda de Legendas.TV e Pirate Bay. Em resumo: o “prejuízo” da indústria e dos autores com todos os downloads é muitas vezes vastamente inflado.
Mas isso não significa que devemos achar que tudo gratuito online é um direito das pessoas, ou que a arte não será mais remunerada como era antes, que músicos só tem que ganhar dinheiro com shows e etc. A pirataria nunca vai acabar, mas ela certamente está de várias formas sendo enfraquecida, não apenas por leis mais rígidas, mas pela entrada de maneiras legítimas, mais baratas e práticas de consumir esse tipo de conteúdo. Nós voltaremos a esse assunto mais pra frente, mas enquanto aplaudimos a bravura do autor de O Aleph, queremos saber da opinião de vocês. Se você tivesse escrito um livro, gostaria de tê-lo no Pirate Bay?

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Será que o Sr. Paulo Coelho, o imortal da academia brasileira de letras consegue servir de exemplo? Será que a indústria vai reparar no exemplo de um dos escritores que mais vende no mundo? Esperamos que sim.

Em quanto isso na salinha dos fundos do Almoxarifado: Tiu Lobo, Tati e Trix preparam algo pra defender a internet (a idéia partiu da pergunta do leitor R.S.M.no post anterior) aguardem.

Até mais e obrigado pelos peixes...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Você achava que SOPA e PIPA eram ruins? Conheça o ACTA, acordo internacional que promete limitar a internet [com video]]


Recentemente os projetos de lei antipirataria SOPA e PIPA, que dariam a criadores de conteúdo um poder absurdo sobre a internet, entraram na pauta do mundo inteiro depois que diversos sites fizeram blecautes em protesto. Porém, uma ameaça mais insidiosa está se espalhando, de maneira menos barulhenta: é o ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), que quer implementar propostas semelhantes às da SOPA e PIPA no mundo inteiro.

Foi legal ver o mundo inteiro se juntar à luta do pessoal dos EUA contra uma lei que tinha várias propostas muito erradas. Mas no fim das contas a SOPA e PIPA, mesmo podendo afetar sites de todo o mundo, eram leis americanas. Ninguém teria direito a usar tais leis fora dos EUA, fora da jurisdição americana.

O ACTA, no entanto, é um acordo internacional: ele estipula duras regras sobre direitos autorais, e se preocupa apenas com os detentores de copyright, cujos abusos não serão coibidos. Há pouco que usuários e consumidores podem fazer contra ele, e não só na internet: o foco do ACTA é a pirataria digital, mas cobre também a pirataria física.

Em seu ponto mais polêmico, o ACTA explica o que provedores de acesso e a polícia devem fazer para “prevenir” e impedir a pirataria, envolvendo até mesmo desconexão forçada de quem piratear pela terceira vez. Isto, obviamente, significa que seu provedor teria que monitorar tudo o que você faz na internet. Lá se vão a privacidade e a liberdade na rede.

Os EUA vêm discutindo o ACTA com outros países em segredo, a portas fechadas, desde pelo menos 2007, sem qualquer envolvimento de organizações civis – elas só puderam ver o texto finalizado. (Antes disso, no entanto, documentos do ACTA vazaram mais de uma vez.) Diversos países já assinaram o acordo: Canadá, Coreia do Sul, Japão, Marrocos, Cingapura, Austrália, Nova Zelândia e, claro, os EUA. O México e países da União Europeia também poderão ser signatários até 2013.

Esta semana, a Polônia prometeu entrar no ACTA, o que motivou protestos nas ruas contra a medida: manifestantes com adesivos tapando a boca, máscaras de Anonymous e cartazes protestavam em frente a um escritório da UE. Além disso, desde domingo alguns sites locais saíram do ar depois de serem hackeados. Mesmo assim, a Polônia assinou o ACTA, tornando-se o primeiro país da UE a fazê-lo. A medida ainda precisa ser aprovada pelo Parlamento e pelo presidente.

Os EUA querem empurrar o ACTA para outros países, oferecendo em troca vantagens comerciais, mas o Brasil já avisou: não vai fazer parte. É o que Kenneth Félix Haczynski, chefe da Divisão de Propriedade Intelectual do Itamaraty, disse ao Estadão. E mais: “os Brics não participaram [da discussão do Acta], assim como nenhum país sul-americano”. Ou seja, grandes países como Rússia, Índia, China e toda a América do Sul estão fora. Infelizmente, isso não quer dizer que o Brasil ficará livre das pressões pró-ACTA.



Você pode encontrar mais informações sobre o ACTA no vídeo acima (com legendas em português), nesta reportagem do Estadão e no site www.stopacta.info. Comprometer liberdades civis para combater a pirataria de forma antidemocrática é algo que não podemos aceitar.


Até mais e obrigado pelos peixes!!!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O que as mudanças da política de privacidade do Google significam?


O Google anunciou ontem que decidiu modificar toda sua política de privacidade. A primeira vista, a mudança é bem simples: todos os serviços do Grande G terão a mesma política de privacidade. Mas isso significa que todos os dados serão unificados. E que as informações usadas em qualquer serviço do Google poderão ser usadas todos os outros. Há escapatória?

Segundo o Google, a mudança aconteceu por dois motivos: primeiro, o site contava com mais de 70 políticas de privacidade, e era difícil revisar todas com as agências reguladoras. Agora, com uma só política, alguns entraves legais devem ser eliminados. E, em segundo lugar, o Google diz que isso irá melhorar a vida do usuário. Como?






Agora, todos os seus dados serão armazenados e coletados de uma só forma. Isso significa que se você estiver no Gmail, por exemplo, e escrever sobre alpinismo, sua próxima visita ao YouTube poderá ter uma sugestão de vídeo sobre o assunto. Há, no entanto, combinações mais perigosas: usuários do Google Latitude, por exemplo, terão seus dados de localização colhidos e utilizados em outros serviços — o mesmo para americanos que usarem o Google Wallet como carteira virtual. O mesmo acontece com o Google+, que cada vez ganha mais espaço em outros serviços da empresa: eles já aparecerem no topo das buscas com sugestões de amigos e páginas.

E qual o problema em toda a história? A famigerada frase “don’t be evil”. Foi com esse mantra que o Google se tornou o que é hoje, e compilar dados de usuários para facilitar o bombardeio de publicidade mais do que direcionada não parece seguir a filosofia da empresa. Segundo os princípios de privacidade da empresa:

Pessoas têm preocupações e necessidades diferentes sobre privacidade. Para servir melhor todos os nossos usuários, o Google esforça-se para oferecê-los opções úteis e fáceis sobre como lidar com suas informações pessoais. Nós acreditamos que informações pessoais não devem ser usadas como reféns e temos o compromisso de criar produtos que permitam que os usuários exportem suas informações pessoais para outros serviços. Nós não vendemos as informações pessoais dos usuários.

Pois bem, caso você não aceite a nova política de unificação de dados do Google, sabe qual é sua opção? Não usar os serviços. Tais mudanças podem facilmente ultrapassar a linha de privacidade proposta pela empresa. E elas também indicam que as recentes mudanças — como a adição da “busca social” com o Google+ — mostram um caminho bem diferente daquele Google que pregou a ideia de “lucrar sem ser demoníaco”. E bem parecido com aquilo que Larry Page criticou em uma entrevista à revista Playboy em 2004:

PLAYBOY: Os portais tentam criar o que eles chamam de conteúdo pegajoso, para manter o usuário pelo maior tempo possível neles.

PAGE: Esse é o problema. A maioria dos portais mostra seu próprio conteúdo acima de outros conteúdos da internet. Nós acreditamos que isso é um conflito de interesse, algo análogo a ganhar dinheiro com resultados de busca. A ferramenta de busca deles não necessariamente oferece os melhores resultados; ele oferece os melhores resultados do portal. O Google tenta, de forma consciente, ficar longe disso. Nós queremos que você saia do Google e chegue ao lugar certo o mais rápido possível. É um modelo bem diferente.

Agora, você tem até o dia primeiro de março para rever toda a sua vida online e pensar no que você quer compartilhar em cada serviço do Google. E fique de olhos bem abertos quando aquela publicidade extremamente direcionada atingir sua tela.

Ctrl+C Ctrl+V do Gizmodo



Gente, talvez eu esteja sendo ingênuo, mas acho que na pratica não muda muito, pois tu loga no Google ele já fazia isso, talvez só a busca agora fique mais refinada de acordo com os teus interesses recorrentes.

Na boa, tem uma galera que faz um baita alarde pra esse tipo de coisa, mas quando abre uma conta em qualquer serviço on-line  nunca para pra ler o contrato. Se formos por esse lado, o Facebook é proprietário de toda e qualquer informação postada nele, então cada palavra, cada foto, ou vídeo que vão parar lá, se tornam propriedade da empresa, por tanto eles podem vende-la, assim como o Twitter já fez.

Em quanto eles usarem meus dados para me prestar um serviço melhor não me preocuparei, só iria contra caso eles começassem a divulgar estas informações.

Até mais e obrigado pelos peixes

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Arrumando o telhado da Mansão Wayne


Enquanto Bruce estava em uma festa de caridade para os órfãos de Gotham, o Alfred mandou verificarem porque o ouvia tanto barulho no teto da mansão Wayne.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Compartilhamento de arquivos é reconhecido como 'religião' na Suécia



Uma igreja que prega o “kopimismo” foi reconhecida oficialmente como organização religiosa na Suécia, segundo o site da organização.

“Para a igreja do kopismo, a informação é divina e o compartilhamento é um sacramento”, informa comunicado da entidade. “A informação contém valor, que se multiplica por meio da cópia.”

De acordo com a igreja, o reconhecimento do governo sueco veio logo antes do Natal. “Tivemos que fazer a requisição três vezes”, disse o presidente da organização, Gustav Nipe.

A entidade diz que o país é o primeiro a reconhecer o kopismo como religião. “Esperamos que esse passo seja em direção a podermos viver com a nossa fé sem medo de perseguição”, disse Isak Gerson, líder espiritual, em comunicado divulgado pela igreja.

O site da entidade diz que a igreja do Kopismo tem origens no ano de 2010. Não é preciso fazer nenhum registro para participar dos serviços religiosos em que os membros compartilham informações entre si por meio de cópias e remixes. A "Wired" afirma que a organização conta com mais de 3 mil pessoas.

Notícia Chupada do portal G1



Podíamos disseminar isso no mundo, quero ver o SOPA/PIPA ir contra uma religião. Aposto que em questão de semanas chegaríamos a milhões. Vamos orar ao sagrado link para nos prover o download nosso de cada dia.

Até mais e obrigado pelos peixes

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Melhor Brinquedo do Mundo!

Bem apesar do robozinho não caminhar e apenas deslizar...
Ele ainda é ótimo, não esta em produção..mas a companhia estima que cada um custaria Us$21.000,00  (a coração do real muda XD)



Como sempre estou no país errado¬¬

Another one bites the dust

(ta num tinha foto melhor)
Filesonic, um dos grandes sites de compartilhamento, com medo da atual caça-as-bruxas encerrou seu plano de compartilhamento de imagens, agora apenas podendo armazenar arquivos e a pessoa que armazenou recupera-los.

Coluna: Nerd do Inferno


Oi leitores, vocês podem ter estranhado o titulo do post. “Nerd do Inferno” é um termo que usamos aqui em casa para apontar casos extremos de nerdisse. Resolvi compartilhar com vocês estes casos. Espero que gostem, comentem e compartilhem as suas experiências de Na “nerd do inferno” conosco.

Este caso em particular foi algo extremamente marcante. Estávamos eu e o @marcelogrisa (meu amigo da faculdade) na aula de filosofia, quando o professor comenta faz um comentário para exemplificar a matéria.

“Os filósofos adoram pensar sobre coisas que não tem uma resposta exata. Por exemplo: qual o sentido da vida?”

Neste exato instante sem pensar ambos levantamos a mão e respondemos imediatamente. - 42.

O Professor não entendeu nada mas perguntou. – o que?

E repetimos. 42 é a resposta.

Ele ainda sem entender ficou nos olhando com cara de ponto de interrogação.

Então eu me adiantei é que a pergunta está mal formulada, quando o senhor descobrir quel é a pergunta, a resposta vai fazer sentido...

O professor ainda estava atordoado quando o Grisa explicou se que tratava de um trecho do “guia do mochileiro”.

Obvio que ele nunca havia ouvido falar do livro ou do filme.