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segunda-feira, 5 de março de 2012

Operação Março Negro

Piadas de humor negro a parte...
As corporações tem mais que fuder mesmo esse povo cabeça oca, todo mundo reclama , nas ninguém persiste na luta ou quer colocar a cara a tapa.
A muito tempo atrás em Janeiro, durante o medo da censura na internet, todos...TODOS falavam disso e se formentou uma ideia de revolução pacífica:
MARÇO NEGRO.
Uando todos nós da Internet, TODOS, lembraríamos as pessoas de não comprar ou piratear produtos nesse mês fudendo em pelo menos 8,33% das vendas(claro que Março não é mês de festas e isso seria muito menor...aliás com o final das férias Março já é um mês de poucas compras).
E agora em Março oque temos?
NADA!!!!
Ninguém lembrou do protesto nas terras de Santa Cruz então lembrando se você quiser fazer alguma coisa sem fazer nada:

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Você achava que SOPA e PIPA eram ruins? Conheça o ACTA, acordo internacional que promete limitar a internet [com video]]


Recentemente os projetos de lei antipirataria SOPA e PIPA, que dariam a criadores de conteúdo um poder absurdo sobre a internet, entraram na pauta do mundo inteiro depois que diversos sites fizeram blecautes em protesto. Porém, uma ameaça mais insidiosa está se espalhando, de maneira menos barulhenta: é o ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), que quer implementar propostas semelhantes às da SOPA e PIPA no mundo inteiro.

Foi legal ver o mundo inteiro se juntar à luta do pessoal dos EUA contra uma lei que tinha várias propostas muito erradas. Mas no fim das contas a SOPA e PIPA, mesmo podendo afetar sites de todo o mundo, eram leis americanas. Ninguém teria direito a usar tais leis fora dos EUA, fora da jurisdição americana.

O ACTA, no entanto, é um acordo internacional: ele estipula duras regras sobre direitos autorais, e se preocupa apenas com os detentores de copyright, cujos abusos não serão coibidos. Há pouco que usuários e consumidores podem fazer contra ele, e não só na internet: o foco do ACTA é a pirataria digital, mas cobre também a pirataria física.

Em seu ponto mais polêmico, o ACTA explica o que provedores de acesso e a polícia devem fazer para “prevenir” e impedir a pirataria, envolvendo até mesmo desconexão forçada de quem piratear pela terceira vez. Isto, obviamente, significa que seu provedor teria que monitorar tudo o que você faz na internet. Lá se vão a privacidade e a liberdade na rede.

Os EUA vêm discutindo o ACTA com outros países em segredo, a portas fechadas, desde pelo menos 2007, sem qualquer envolvimento de organizações civis – elas só puderam ver o texto finalizado. (Antes disso, no entanto, documentos do ACTA vazaram mais de uma vez.) Diversos países já assinaram o acordo: Canadá, Coreia do Sul, Japão, Marrocos, Cingapura, Austrália, Nova Zelândia e, claro, os EUA. O México e países da União Europeia também poderão ser signatários até 2013.

Esta semana, a Polônia prometeu entrar no ACTA, o que motivou protestos nas ruas contra a medida: manifestantes com adesivos tapando a boca, máscaras de Anonymous e cartazes protestavam em frente a um escritório da UE. Além disso, desde domingo alguns sites locais saíram do ar depois de serem hackeados. Mesmo assim, a Polônia assinou o ACTA, tornando-se o primeiro país da UE a fazê-lo. A medida ainda precisa ser aprovada pelo Parlamento e pelo presidente.

Os EUA querem empurrar o ACTA para outros países, oferecendo em troca vantagens comerciais, mas o Brasil já avisou: não vai fazer parte. É o que Kenneth Félix Haczynski, chefe da Divisão de Propriedade Intelectual do Itamaraty, disse ao Estadão. E mais: “os Brics não participaram [da discussão do Acta], assim como nenhum país sul-americano”. Ou seja, grandes países como Rússia, Índia, China e toda a América do Sul estão fora. Infelizmente, isso não quer dizer que o Brasil ficará livre das pressões pró-ACTA.



Você pode encontrar mais informações sobre o ACTA no vídeo acima (com legendas em português), nesta reportagem do Estadão e no site www.stopacta.info. Comprometer liberdades civis para combater a pirataria de forma antidemocrática é algo que não podemos aceitar.


Até mais e obrigado pelos peixes!!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Game Girl Manifesto

Manifesto do dia: Game Girls. Muitas mulheres que jogam online gostariam que os outros jogadores as tratasse como companheiros de jogo, ao invés de oferecer um tratamento especial ou fazer comentários sexistas.
Então trinta mulheres gamers, deixaram sua mensagem no YouTube pedindo a união gamer, indepedente do gênero em um vídeo chamado "O Manifesto Garota Gamer" o vídeo teve mais de 90 mil visualizações e mais de 3700 comentários em 9 dias.