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terça-feira, 21 de julho de 2015

Os Personagens de Anime que você vai namorar

Olá. Você que acompanha animes deve muitas vezes olhar algum personagem e pensar que ele é parecido com algum conhecido ou amigo.
O site Dorkly resolveu fazer o estilo de alguns namorados com base em alguns personagens queridos por nós. Divirtam-se.






  


 Até o próximo episódio O/

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Man at Arms recriou a espada-tesoura de Kill la Kill na vida real

Eae pessoa,
Como descrito no titulo, O pessoal do Man at Arms (conhecidos por fazer versões funcionais de armas da cultura Nerd) fez sua versão da Katatachi Basami (conhecida como Tesoura-Espada), do Kill la Kill. Lógico que não tem todos os extras da espada, tipo ficar com 100 metros de altura, mas cumpre bem a função proposta. Sem mais delongas...
Depois de um vídeo desse não tenho muito o que dizer, além de:
Até a próxima,
"Don't Loose Your Way 


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Por que Kill la Kill não é nada machista apesar da imagem que eu vou postar agora

 Eu realmente não sei porque, mas sempre que eu argumento a favor de alguma coisa eu começo tentando me sabotar. Acho que a minha lógica é que se eu não conseguir lidar com o aspecto mais controverso do meu argumento de cara é melhor desistir de uma vez.

 Bem... Essa é a protagonista... Ryuko... Ela se veste assim em todos os episódios. Todos. E essa é Satsuki, ela é a principal antagonista e ela também se veste assim toda a hora.

 Pra entender a mensagem de Kill la Kill é preciso entender um pouco sobre anime, especialmente shounen (animes para garoto), porque, peitos e bundas desse tipo são o mais padrão nos animes Shounen Ecchi (anime para garotos sexualizado). E Kill la Kill não tem um episódio sem que uma garota acabe com a bunda na tela, os peitos balançando e coisas como essa.

 Mas o que eu acho é que a proposta de Kill la Kill é que essas coisas não importam, que apenas sexualização não é algo ruim em si, mas que o problema de verdade está na objetificação, e acreditem se quiser, eu não acredito que Kill la Kill tenha um pingo de objetificação... Apensar disso.

 Agora vamos ficar chic por um momento: O dicionário de Stanford define objetificação como:
-Instrumentalidade; o tratamento de uma pessoa como uma ferramenta para o proposito do objetificador.
-Negação de autonomia; o tratamento de uma pessoa como se ela não possuísse autonomia e auto-determinação.
-Inércia; Tratamento de uma pessoa como se ela não tivesse controle ou talvez atividade.
-Fungibilidade; O tratamento de uma pessoa como facilmente substituível por outras.
-Violabilidade; tratar uma pessoa como incapaz de manter a integridade dos seus limites.
-Posse; Tratar uma pessoa como sendo a propriedade de outra.
-Negação de subjetividade; Tratar uma pessoa partindo do princípio que suas experiências e sentimentos não precisam ser considerados
(E essas três definições, escritas posteriormente pela professora Rae Langton, que eu considero menos concisas que as originais)
-Redução ao corpo; Tratamento de uma pessoa como se ela fosse o seu corpo, ou partes do seu corpo.
-Redução a aparência; Tratamento de uma pessoa baseado primariamente na sua aparência, ou como essa aparência  é interpretada por outros
E finalmente:
-Silenciamento: Tratar uma pessoa como se esta fosse muda, incapaz de falar (ou talvez melhor dizendo, incapaz de se comunicar, se expressar)

 Eu me senti obrigado a por essa definição não apenas pois eu acredito que a maioria das pessoas discute objetificação sem uma base própria, mas porque EU não tinha tal base e achei importante explicar passo a passo porque eu acredito que Kill la Kill não se encaixa nos parâmetros da objetificação com NENHUM dos seus personagens.

 Ler a definição formal e traduzi-la para cá me deu tempo de reavaliar meus argumentos, eu estou feliz de constatar que realmente, Kill la Kill não é uma obra de objetificação.

 Primeiramente; Todos os personagens são independentes de outros personagens, com seus próprios desejos e métodos, frequentemente conflitando um com o outro; Dois, Todos os personagens tomam decisões e performam ações que afetam como eles se posicionam no mundo e como o mundo interage com eles, a autodeterminação da protagonista é uma das forças motoras pro trás da trama; Três, novamente, todos os personagens tomam ações, a maior parte delas decisões conscientes; Quatro, cada personagem é único em habilidade, competência e personalidade, a protagonista e a antagonista não só são ambas tratadas como tendo habilidades incomparáveis como tais habilidades são outra das forças motoras da trama; Cinco, em algumas ocasiões os limited de certos personagens são atacados e ditos personagens conseguem proteger seus próprios limites; Seis, não há posse em nenhum momento do anime até agora; Sete, todas as personagens, mas especialmente a protagonista e a antagonista, tem suas opiniões, experiências e habilidades sempre consideradas e respeitadas pelos outros personagens; Oito, apesar de ter muita sexualização, partes do corpo nunca são a única coisa sobre a personagem, ou mesmo a coisa mais importante; Nove, apesar de muitos personagens serem consideráveis bonitos dentro dos padrões da série, em nenhum momento isso é um fator; E finalmente, os personagens expressam sua opinião constantemente e isso é um ponto importante da trama nos primeiros três episódios.

 Ok, isso foi muito maçante, então toma aqui uma foto da Mako:
 Eu amo a Mako.

 Bem, essa trambelhada toda foi pra acabar com uma concepção errônea, se tem peitos na tela é clara indicação de objetificação.

 É MAXISTA! MAXISTA! OIA OS PEITO DELA! SÃO BUNITU! ISU É MAXISTA!

 E não me levem a mal, eu sou completamente a favor do feminismo, mas eu acho que sair atirando por tolos os lados faz mais mal do que bem, obras como Kill la Kill devem ser celebradas! É uma obra defensora do feminismo, mas contra o bom comportamento, é a favor que não só mulheres, mas pessoas no geral saiam das pré-concepções da sociedade e se permitam ser, bem, o que diabos elas quiserem!

 Muitas pessoas confundem objetificação com sexualização, objetificação sendo sempre ruim quando se trata de um ser humano, mas sexualização é algo bem debatível. Muita gente acha que sexualização é sempre ruim, no geral ruim ou frequentemente ruim. Kill la Kill (assim como eu) é da opinião que sexualização não é por si só algo ruim.

 Sexualização e a excitação causada por ela não são coisas ruins ou negativas, não implicam uma relação se superioridade ou de dominância. Tesão sexual não é necessariamente ruim, na verdade, eu acho que quando não corrompido por forças negativas, é uma coisa muito boa!

 E sexualização pode ser um indicativo de verdadeiro progresso social, o direito sobre o próprio corpo e como representa-lo é uma das facetas mais antigas da luta feminista. Ambas as protagonistas (e eu considero a Satsuki uma das protagonistas) de Kill la Kill se vestem de forma fetichista e exibicionista, mas isso não é ruim, pois é por escolha delas (apesar da relutância de Ryuko no começo), Satsuki especialmente considera irrelevante a forma que ela se veste pois é a forma que ela é mais poderosa. E daí que ela está quase nua, isso não faz dela uma pessoa melhor ou pior.

 Kill la Kill sexualiza alguns seus personagens, em parte por que sexualização sem objetificação é bem legal, quem sente atração pelo corpo feminino ou masculino (ou ambos!) gosta de ver tal corpo e isso é perfeitamente normal, mas também para mandar um dedo do meio pra essa força opressora dentro do feminismo que dita que tudo que é sexualizado é machista. E é bom que façam isso pois tal força opressora camuflada tem se tornado um dos maiores inimigos do verdadeiro feminismo.
 É importante saber celebrar a sexualidade.

 Mas não só isso, a sexualização basicamente absurda traz um tom de sátira que só fica verdadeiramente aparente conforme o espectador começa a perceber a tridimensionalidade da trama, do ambiente e dos personagens. Qualquer pessoa que tenha conhecimento do gênero ao ver o primeiro episódio já percebe que a sexualização em Kill la Kill é a sua sexualização normal em um anime shounen elevado ao cubo. Connoiseurs de anime não vão demorar a compreender, graças a tal exagero, que se trata de uma paródia, de um comentário no gênero. Comentário que vai passar direto pela cabeça de pessoas que não entendem nada do assunto. para elas vai parecer apenas mais um anime ecchi que foi longe demais.

 E isso para fim faz a sexualização em Kill la Kill algo profundamente genial, que mostra um domínio do gênero e da ideologia soberbos por parte dos autores, da mesma forma que Hotline miami fez com violência em video games (o comentarista de games, Satchell Drakes fez um excelente vídeo se aprofundando mais nesse conceito que você realmente deveria ver aqui),m pode parecer loucura, mas o que diferencia Killa la Kill de milhares de outros animes é o uso espetacular de sexualidade, o que o faz elevar ainda mais no meu conceito.

 Quantas obras você conhece que usam sexualidade para formar um comentário profundo sobre teoria feminista, objetificação e sexualização em anime e mangá e tudo isso sem diluir as cenas de ação e integra-las do desenvolvimento de personagens e progressão natural da trama?
 Kill la Kill é um anime, não, uma obra única!

 Num mundo onde poucas obras -e apenas as melhores- conseguem integrar a sexualidade na trama e conceito, Kill la Kill a usa como a coluna vertebral dos seus amplos e profundos comentários em assuntos extremamente sérios e relevantes.

 E ainda tem cenas de porrada extremamente bem feitas, excitantes, intensas, rápidas, variadas e com uma boa progressão e peso na história. Pra mim isso é de quebrar a cabeça tentando entender como é possível.
 Esse é o professor Aikuro, um dos personagens mais objetificados do Anime. Eu imagino que ele tenha surgido como uma resposta a sexualização das mulheres em Kill la Kill, mas como todos os personagens da série, ele logo se desenvolve bastante.

 Eu realmente poderia ficar elogiando Kill la Kill por horas e horas. Por exemplo, desenvolver mais porque as lutas são tão incríveis quanto elas são, falar sobre os comentários que Kill la Kill faz nas instituições de ensino, e na sociedade japonesas, a elegância da arte (especialmente os subtemas sadomasoquistas) e como Nui harime é a Pinkie Pie + Charles Mason. Mas eu acho que esse artigo já ficou muito denso e já fugiu demais da proposta original.

 Eu só quis publicar pois essa obra me instigou muito intelectualmente, me fez ponderar muito e reavaliar algumas das minhas concepções, não virou a minha vida de cabeça pra baixo, mas teve algum impacto e importância em mim. E no final do dia isso é o melhor que uma obra de arte pode querer.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Propaganda Live-Action de Attack on Titan - Shingeki no kyojin

Eai Nerds e Otakus,

Titã Colossal
Estou eu pelo facebug, quando, maravilhosamente, vejo uma imagem bem louca, com uns Titãs (do Anime) perseguindo um carro... Até achei que fosse zoação, mas na realidade, é uma das propagandas mais fodas dos ultimos tempos... Ele foi feito em colaboração com a equipe do live-action de Shingeki no Kyojin junto com o pessoal da Subaru. O comercial foi ao ar no japão durante o programa “Kinyōbi Road Show!” da Nihon TV.




O diretor do filme, Shinji Higuchi (48 anos), trabalhou no comercial também.

Interpretado por dublês e mais tarde reforçado com efeitos visuais, a propaganda tem um total de três Titãs, incluindo uma Titã fêmea, cuja maquiagem levou quatro horas para ser feita. O comercial, também possui a parte superior do corpo de um Titan colossal que é de dois metros de altura e exigiu sete pessoas para operar.



Custou algumas dezenas de milhões de ienes e na propaganda é apresentado o manuseio surpreendente do Forester, uma vez que ela "habilmente desvia" dos Titãs que se aproximam. 



Embora a equipe ainda não decidiu se os Titãs em destaque no próximo filme serão exibidos como eles fazem no comercial, Higuchi foi grato pela "boa oportunidade" do que está por vir.

O filme é baseado no mangá de mesmo nome por Isayama Hajime.



Fonte: [ AnimeNewsNetwork ]
Até a próxima,

Ja nee ^.^

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

As piores (des)caracterizações de Personagens de Animes em Live-Actions

Ola Nerds e Otakus da pagina! Sou novo aqui e minha primeira postagem é sobre as maravilhosas adaptações de 2D para 3D...

Aposto que já viu a maioria deles!
Caros amigos, após ver o novo trailer do Kuroshitsuji versão Live-Action e ver as inúmeras criticas á adaptação do Sebastian, resolvi fazer essa postagem. Como o titulo sugere, trago aqui alguns para vocês contemplarem. Vale ressaltar que não estou criticando a história, pois eles tentam adaptar dentro do possível para o “mundo real”, contudo essas adaptações nunca conseguem ficar 100% igual ao Anime. Bom, chega de papo e vamos as (dês)caracterizações:

  • Son Goku (Dragon Ball) 
Oi, eu sou o Goku! (Clique aqui e veja a mágica)
Goku, pobrezinho com suas inúmeras adaptações todas sempre muito ruins, contudo a versão americana, vulgo Dragon Ball Evolution, é a pior e nela o Goku está tão diferente que chega a ser um protótipo de emo. 


Hollywood estragando sua infância, jovem otaku
Ainda temos o Dragon Ball : The Magic Begins e o Dragon Ball: Ssawora Son Goku, Igyeora Son Goku, que apesar de tudo, conseguem superar o americano, mesmo com baixo orçamento…




  • Piccolo (Dragon Ball) 

O cara que era vilão e depois vira amigo do Goku


O filme é tão lixo, que eu poderia fazer uma lista com todos personagens, mas só esses dois já basta.


Era pra ser o cara ali de cima...
BÔNUS: IMAGEM DA BRIGA DO "GOKU" CONTRA O "PICOLO"

Pra quem não entendeu: "Que a imagem não os engane, continua não sendo 'Dragon Ball'." 
  • Tomoko Kuroki (Watamote) 
Uma otaku, com 50 anos de conquista na vida virtual e que na vida real é um desastre

Versão pornô do anime de uma mina sem vida sexual. Não sei se realmente devia botar aqui, mas não curti a escolha da atriz, além do cabelo, ela parece popular e alegre demais para ser a Kuroki, além de não possuir as famosas olheiras da personagem.

Quem precisa de olheiras?
  •  Sebastian Michaelis (Kuroshitsuji)
 Um mordomo demoníaco que é obrigado a servir Ciel Phantomhive
O live-action não vai ter muito a ver com a história do anime, além de que não terá alguns personagens. Enfim, pra não aprofundar muito, só digo uma coisa, custavam ter dado uma chapinha pro cara?

Essa é a versão live-action...
  •  Misa Amane (Death Note)

Uma ídolo que ganha um caderno da Morte de um Shinigami...

Todo o Live-Action ficou realmente fiel, história e efeitos especiais, os fãs deveriam ficar felizes com isso com um filme tão perfeito. Mas mesmo um filme fiel, sempre conseguem errar em algo e desta vez foi a Misa, que de loira virou morena, Sei que não existem loiras no Japão, mas no Anime ela era estrangeira, custavam ter pega uma estrangeira ou ter dado uma peruca loira? 

Não ficou, de todo, ruim, só o cabelo é que não ficou fiel.


E se estava ruim (o que não estava), lembre-se que a Globo pode piorar.

Se é que isso é um cosplay!
  •  Chun-Li (Street Fighter 2)
A boa e tradicional Chun-Li com seu vestido azul
A Lenda da Chun-Li... Pois é mais um americano (só podia)... Essa versão, eu realmente não sei se deveria estar aqui, mas como Street Fighter já teve anime, lá vai. Postei a Chun-li, pois ela não usa nenhuma vez a roupa do Street Fighter 2 e o mais perto que ela chegou da original foi isso...

Podiam ter feito mais perto dos games

Mas apesar de tudo, eu gosto da Kristin Kreuk, ela com certeza é uma boa Chun-Li, pois já praticou ginástica e Karatê além de possuir ascendência chinesa. A caracterização dos personagens é péssima, com atores ruins e no geral que nem lembram os personagens originais. 

Uma boa Chun-Li, num filme não muito bom.
  •   Aang (Avatar: A lenda de Aang)
Duas crianças encontram um garoto preso em um iceberg, ele é o Avatar...
Sei que o original não é anime, por ser produzido nos E.U.A., mas é muito influenciado pelas artes marciais e cultura asiática. Enfim, essa versão eu não curti, achei uma versão bem fail, a começar pelo nome do filme, que não puderam usar o mesmo do Anime, pois o nome Avatar já havia sido pego pelo Cameron. 

Esse ai é o Ultimo Mestre do Ar, por que Avatar é do Cameron...

O filme em si não ficou de todo ruim, mas como já botei outros que não precisavam estar na lista, esse tem o dever de estar aqui.

Comparação!
  •  Yuno Gasai (Mirai Nikki)



    A stalker psicopata
O história deste dorama eu até curti, apesar de não ter muito a ver com o original, ele me surpreendeu, com sua trama que envolve e suas poucas cenas de ação são boas. Todavia, essa Yuno Gasai realmente não tem muito a ver com a do manga/anime, tanto física quanto psicologicamente, sem se esquecer que nem o nome é o mesmo...

Furosaki Yuno, sem cabelo rosa e sem ser psicopata...


Bom, acho que é isso. Se você curtiu, muito obrigado. Se lembra de outros que não estão na lista, comente ai. Se quer sobre HQs ou Games, comente... Enfim, obrigado pela atenção.


Ja nee ^-^

quinta-feira, 25 de julho de 2013

3º AnimeFan (cobertura)

Olá Nerds e Otakus

No último final de semana tivemos o 3º AnimeFan. Como já foi noticiado anteriormente, Tiu Lobo (A.K.A. eu) e o Avalanche, estávamos lá fazendo a cobertura do Evento. De inicio já digo que fui com expectativas superbaixas, pois nunca havia ido a um evento de cosplay na Associação Israelita Hebraica.

 O Primeiro dia estava fraquinho, mas isto é normal nesse tipo de evento, já o segundo dia bombou pra caramba. As atrações em ambos os tidas estavam ótimas. Os convidados foram bem escolhidos (embora um pouquinho de mais do mesmo, ou eu que estou na estrada a tempo demais).














Sempre gosto de ressaltar a questão da segurança. Tivemos vários bombeiros e pela primeira vez eu vejo uma ambulância, talvez em outros eventos só não estivessem tão visíveis.




Maids na Vip
Achei interessante que além da sala vip, havia uma sala de relax. Na vip, tinha vista privilegiada do palco principal, videogames liberado e um super-time de Maids sevindo lanches, refrigerante, que obviamente só tinha acesso quem comprasse o ingresso vip. A sala de relax era um espaço grande com varias mesas onde o pessoal podia ficar de papo, jogar algum jogo que por ventura tivesse levado (notei varias pessoas jogando 3DS), além do telão que passou animes o dia todo.



Visão privilegiada do palco principal
Visão privilegiada do palco principal
Maids na Vip
Videogames na Vip
Sala de Relax


Sala de Relax
Sala de Relax






O primeiro dia foi bem marcado pelo pessoal de kigurumi que pareciam se destacar mais. Já no segundo dia tivemos cosplayers bem marcantes.



Plaquinhas também tiveram seu lugar de destaque com uma galera um tanto criativa.





Aqui temos os convidados.
Hermes e Gilberto Baroli (dubladores convivados)
No palco, Melissa Garcia e Angélica Santos

Sem esquecer o pessoal da mesa mais barulhenta do evento.


Em suma, o evento foi deveras divertido. Mesmo contra as minhas expectativas iniciais. Se me perguntarem, certamente que recomendo a 4ª edição do AnimeFan.

Abaixo mais algumas fotos:

  





   



Até Mais e Obrigado Pelos Peixes.